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Escolas Transformadoras lança publicação ‘O ser e o agir transformador – para mudar a conversa sobre educação’

Escolas Transformadoras lança publicação ‘O ser e o agir transformador – para mudar a conversa sobre educação’

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Quais os desafios, motivações e caminhos encontrados pelas escolas na formação de pessoas transformadoras e na transformação da sociedade? Essa narrativa, construída por estudantes, educadores, familiares, secretários de educação e especialistas em educação, resultou na nova publicação do programa Escolas Transformadoras: ‘O ser e o agir transformador – para mudar a conversa sobre educação’, que reúne as experiências das primeiras 15 escolas reconhecidas pelo programa no Brasil e conta com o patrocínio do Instituto Jama.

As pesquisas, entrevistas e construção de conteúdos retratam, por meio de histórias, as experiências das escolas, que são contadas e recontadas, para disseminar os motivos pelos quais elas são consideradas transformadoras e como trabalharam para se tornarem referências em educação em suas comunidades e no país. A publicação aborda, ainda, os desafios, as motivações e os impactos e incidências das escolas transformadoras, apoiados pela reflexão de especialistas de educação, jornalistas, empreendedores sociais e secretários de educação.

​De acordo com Raquel Franzim, em um momento como agora, em que se discute a Base Nacional Comum Curricular, essa publicação é uma espécie de convite para o debate crítico. “A educação é uma das principais ferramentas de formação de pessoas com esse olhar apurado para a solução de problemas, para transformar a sociedade”, diz. Segundo a assessora pedagógica do Alana, que vê a educação realmente transformadora como algo que transborda os muros e sala de aula, um dos diferenciais dessas escolas do programa são seus currículos: vivos, críticos e diversos. “Antes de serem Escolas Transformadoras, foram escolas que toparam se transformar”, explica Raquel. “E continuam se transformando, a despeito dos desafios.” ​

Com prefácio de Bill Drayton, CEO e fundador da Ashoka, a publicação está dividida em quatro capítulos, que reúnem a conversa inspiradora de quatro mulheres: Anamaria Schindler, diretora Ashoka América Latina; Ana Lucia Vilella, fundadora e presidente do Alana; Natacha Costa, da Associação Escola Cidade Aprendiz; e Ana Elisa Siqueira da EMEF Amorim Lima. Também dá voz aos estudantes das escolas refletidas e abre espaço para convidados como Flávio Bassi, diretor de empatia e juventude da Ashoka na América Latina e Mary Gordon, fundadora do Rootys of Empaty.

Ao longo do segundo semestre, a publicação será lançada, regionalmente, nos estados de algumas das escolas participantes, como Paraná, Ceará, Bahia e Rio de Janeiro e São Paulo. As 15 escolas participantes da publicação são: Colégio Viver, Colégio Equipe e Centro de Educação de Jovens e Adultos (Cieja) e EMEF Amorim Lima de SP; EM Prof. Paulo Freire e EM Anne Frank, de MG; Escola Estadual de Educação Profissional Alan Pinho Tabosa e Escola Vila, do CE; Escola Rural Dendê da Serra e Escola Comunitária Luiza Mahin, da BA;
SERTA – Serviço de Tecnologia Alternativa (PE); Instituto Federal do Paraná Campus Jacarezinho (PR); Escola Amigos do Verde (RS); EMEF Acliméa Nascimento (RJ) e Escola Vila Verde, em Alto do Paraíso (GO).

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